6 meses

quinta-feira, agosto 13, 2015

Finalmente consigo escrever e partilhar convosco algo que até agora não consegui desabafar na totalidade seja com amigos ou terapeuta. Hoje fazem precisamente 6 meses que conheci uma pessoa que me fez viver um paixão avassaladora como jamais tinha sentido. Fez-me sonhar com a verdadeira existência da alma gémea e pensar que tinha a verdadeira felicidade de a ter encontrado. No entanto, com o tempo revelou ser das pessoas mais egoístas e egocêntricas que eu alguma vez conheci. Centrado no seu mundo, tudo girando à sua volta, dando notícias e procurando apenas quando sentia falta de alguém com quem partilhar bons momentos e ignorando nos restantes. Durante meses relevei, desculpei, corri atrás o mais que pude para não perder a amizade e esperando sempre algo mais. Sim, sonhei que tal pudesse ser possível e cega pela paixão ia ignorando tudo o resto. Tive momentos em que enfureci com o seu comportamento e atitudes o que fez vir ao de cima o pior de mim. Agora agradeço por não ter evoluído para algo mais que uma amizade colorida, pois até essa me fez sofrer e por demais! Infelizmente, com a pessoa em causa nem é possível manter uma amizade. O seu comportamento infantil faz com que amue e deixe de dar notícias, dando-se ao desprezo. Tal vez seja esta a pior forma com que me podem tratar: com desprezo. Não admito, não permito mais que alguém assim faça parte da minha vida e que apenas se lembre do outro quando precisa. Certamente que o dito homem terá as suas qualidades, por alguma razão me apaixonei por ele como nunca antes tinha acontecido. Já vou nos 35 anos e nunca tinha passado por algo tão avassalador. É um homem extremamente culto e inteligente e talvez tenha sido isso que mais me tenha atraído nele. Não é propriamente um deus grego, pelo contrário, um homem perfeitamente normal, mas com o qual tinha uma química sexual quase perfeita. O sexo era bom, mas e depois? Quando não há mais do que isso, quando a pessoa está tão fechada em si que não se entrega ao outro nem consegue ter sensibilidade ao ponto de não magoar o outro com comportamentos repetitivos e egocêntricos, que mais fica? Apenas o sexo, é que da amizade nem vê-la. Para terem um vislumbre das suas atitudes: mando-lhe uma mensagem dizendo que gosto muito dele. Sua senhoria lê e não responde, como se o que eu tivesse dito fosse insignificante e provavelmente para ele foi. Fiquei irritada com tal falta de bom senso, ao menos respondia qualquer coisa nem que fosse "beijinho de boa noite", mas literalmente cagou de alto e peço desculpa pela expressão. Uns dias depois agradeci-lhe ironicamente pela resposta pelo que ele me diz: "fizeste alguma pergunta para eu responder?". Não, eu fiz uma afirmação da qual estou completamente arrependida de ter feito. Estas últimas semanas estive doente, ele soube do mesmo, mas acham que se dignou a perguntar como estava e se precisava de ajuda? NAH! Sua excelência, no alto do seu pedestal deve achar-se demasiado importante para ter alguém como eu como amiga. 
Poderia contar "n" situações que se passaram, mas todas se resumem ao facto da paixão nos cegar, colocar a capacidade de pensar racional e correctamente no limiar do indesejável, retirar por completo a lucidez! Ao longo destes meses ele sempre demonstrou a sua incapacidade de se dar ao outro, de amar, mas sempre desculpei, tentei vezes sem conta e esperei erroneamente que ele mudasse. Quando se gosta, caímos nesse enorme erro de nos colocarmos em segundo plano, de fazer tudo pelo outro, de rebaixar o nosso amor próprio e arrastá-lo pela lama na tentativa de conseguir o amor do outro. 
Com tudo isto aprendi uma coisa: estar mais atenta aos sinais e a não os menosprezar. Quem não é capaz de manter uma amizade sem conflitos e amuos muito menos será capaz de manter uma relação duradoura. Quem vive só para si e para o seu bem não é capaz de amar outro alguém. Da sua boca ouvi dos comentários que mais me magoaram pelo desprezo que demonstrou. No entanto corri atrás o que só demonstrava a ausência de amor por mim mesma e por colocar um ponto final a esta relação doentia. Só sinto pena ou melhor tristeza de uma coisa: por me sentir usada e esse é dos piores sentimentos que podemos guardar. Mulher não é objecto, é ser humano que merece respeito! E eu infelizmente deveria ter-me respeitado mais e evitar que a situação chegasse ao ponto de eu sair magoada desta forma. 
Não lhe desejo infelicidade, apenas que a vida lhe ensine da mesma forma aquilo que ele me fez sentir. Acho que só assim, sentindo na pele o quanto me fez sofrer, pode ele aprender com o erro pois até ver sei que continua a pensar que teve sempre as melhores atitudes. Uma única vez foi capaz de se desculpar. Demasiado orgulho que espero, sinceramente que um dia ele possa ultrapassar. Ninguém é feliz pisando os outros, menosprezando-os, fazendo-os sofrer e viver com o coração nas mãos. 
Espero que com tudo isto, com esta experiência eu possa melhorar e crescer emocionalmente tornando-me um pouco mais astuta quando o amor e a paixão baterem novamente à porta.
Conselho de quem já não sofria assim há uma eternidade: "Eyes wide open!"


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11 comentários

  1. Alô. feedback, que dizes valorizar num dos seguintes posts, para te motivar a escrever. Vim aqui depois de ter tentado enviar-te um email e pelos vistos o email já não existe.
    Li isto e sinto pena, por ti, não de ti. Por um lado parece que te entregavas e que era bom, mas por outro parece que estavas sempre à espera de mais, e ele estava perfeitamente tranquilo com aquilo. Poderia ser o caso que simplesmente ganhas ressentimento de alguém que não se apaixone ou te ame, e que queira apenas ser teu amigo colorido, mas pelo que escreves não é isso; é mesmo que essa pessoa não te tinha por amiga coisa nenhuma, porque se o exemplo que deste da mensagem que enviaste e do que aconteceu depois é representativo da dinâmica, então com respeito te digo, que não valia a ponta dum corno como amigo. E gosto de pensar que te tratei muito muito melhor no curto espaço que estive na tua vida. Jamais te neguei carinho ou expressão de sentimentos, e acho que nem é apenas isso, é como tu disseste que era uma questão de responder, de mostrar respeito, empatia, não tinha propriamente de dizer coisas que não sentia (presumo). Se não sentia, e tu não estavas bem assim, acabavas. Logicamente. Ou era compensador para ti estar com alguém para quem não passavas de uma amizade com prazer, ou não, mas acho que não irias depreciar o caráter de alguém apenas pelo facto de não sentir por ti da mesma forma. O caso é que não apenas não sentia da mesma forma como revelava instintos rudes, insensíveis, frios e nada nada amigos. E fizeste bem em te afastares, e preservares alguma auto-estima (coisa que sempre foi minha intenção preservar e cimentar em ti, saibas ou não isso).
    Está certa de que com uma correta gestão de expectativas, uma seleção adequada ao objetivo, e acima de tudo, uma política de tolerância quase zero por faltas de respeito, acabarás rodeada de pelo menos pessoas amigas. Pudesse eu ser uma delas. Beijo, Ci.

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    1. Salazar, a pessoa em questão fez exactamente aquilo que tu fizeste há uns anos atrás: MENTIU, OCULTOU, tudo a mesma coisa. Para mim isso é falta de respeito! Se ele mentiu em relação a determinados aspectos da sua vida, tu mentiste ao dizeres que estavas solteiro quando de facto tinhas uma relação duradoura.
      Não quero que tenhas pena de mim, pois o objectivo desta publicação não é esse, mas sim que possam abrir os olhos para muitos homens e até mulheres que se fazem passar por algo que não são de todo! A partir do momento que descubro uma mentira a minha confiança passa a zero e dificilmente é recuperada.
      Espero apenas que com isto seja homem ou mulher esteja mais atento não confie de imediato em alguém que não conhece de todo. Definitivamente, o meu maior defeito é ter um enorme coração e esperar sempre o melhor do outro, nunca ver más intenções ou ambiguidade por trás de uma fachada criada. Há por aí muitos manipuladores e tu foste um dele. Não queiras lavar roupa suja por aqui...
      Abraço!

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    2. Sim, os meus erros contigo já os admiti, há muito tempo, e várias vezes e admitirei sempre. Entendo que seja dificilmente recuperada, mas tenho sempre esperança que difícil não seja impossível, e digo-o sem qualquer tipo de interesse daquele que tive. É fora mesmo desse tipo de lógica, completamente incondicional, e pronto, era a única coisa que estava entre mim e uma conduta exemplar, a partir do momento que é conhecida a minha situação (que não sou eu, mas a minha circunstância), não há mais nada que impedisse nada, havendo o perdão e a reconciliação (a nível de estima e respeito). Falei aqui porque não tinha outra forma. Enviei um email, mas foi devolvido, e no facebook não dava antes. Não quero lavar nada aqui. Mas sempre gostei de ti, apesar dos meus erros contigo, que para o que sirva de alguma coisa, também não me permitiram ser feliz no durante, porque sim, eu tenho consciência, e não estava feliz, estava "apenas" menos infeliz do que sem ti. Novamente, desculpa, e sigo sendo teu amigo, possa ou não valer-te. Abraço. **

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    3. Não guardo rancor, nem desejo qualquer maldade. Apenas segui em frente e, felizmente, já vivi muita coisa boa depois disso. O importante é que realmente admitas o teu erro e não voltes a comete-lo com outra pessoa. Ninguém merece ser enganada(o) seja de que forma for. Mentiste, pois sabias bem que jamais aceitaria a situação em que te encontravas. Foi tua opção e a consequência foi perderes a minha amizade e confiança. Todos os nossos actos têm consequências e esta foi uma delas. Desejo-te as maiores felicidades ao lado da tua companheira e de todos os que te fazem feliz!

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    4. Ok, mas considera recuperar por exemplo uma ligação virtual, tipo de facebook, em que possa pagar o carinho que de ti recebi ao menos podendo tu usufruir dos meus conteúdos lúdico-informativos. Acredito que não desejes nenhum mal, e entendo ter perdido a tua confiança e amizade, quando soubeste aquilo, mas tem em mente que soubeste por eu contar, não por tipo, eu ficar meses e meses ou anos a viver uma mentira até ser apanhado. Isso devia contar para algo, pelo menos para que a perca/consequência não seja eterna, É como o Inferno cristão, aquele castigo eterno para uma ofensa temporária. Peço que pratiques a virtude cristã do perdão, e deixes para Deus julgar-me e castigar-me se assim entender. Já sofri, já sofri a perda da tua amizade durante anos. Acho que por uma ofensa de um mês, a que pus fim voluntariamente, já paguei um preço bastante elevado, e que mesmo que perdoes e me desses a chance de estar ligado contigo e comunicar ctg de vez em quando, mesmo que nunca mais te possa falar em pessoa, não põe em causa o merecido castigo que me deste. Agora confiança, recordo que a única falta de confiança que pratiquei foi mesmo essa, de não contar uma relação que tinha, mas contei-te que era poliamoroso, que acreditava na possibilidade real e digna de amar simultaneamente mais do que uma pessoa. Sabendo como eu pensava/era, decidiste arriscar. Isso em nada altera ou anula o que fiz, no entanto, tem em consideração que o meu engano não foi COMPLETAMENTE enganoso, pois além de saberes que eu era pessoa para manter mais do que um relacionamento, que já o tinha feito antes, tentei durante esse mês várias vezes abrir o jogo, mas sempre que tentava, entende isto, gostava MUITO de ti, estava apaixonado por ti, e a ideia de te perder era mais dolorosa do que a ideia de adiar contar-te. Tenta empatizar um pouquinho com a natureza humana do meu erro. Se puderes, perdoa e recebe as bênçãos de uma amizade, mesmo que virtual, porque, cecília, mesmo que eu não seja "boyfriend material" na tua opinião, não é por isso que sou um ser humano destituído de várias qualidades, que podem ser boas e valiosas, num amigo. Nem toda a gente serve para namorar, mas não é porque não têm as características que nos apelam para namorar que não podemos ser amigos, e já fiquei amigo amigo ou pelo menos em contacto virtual, com mais pessoas, em situações semelhantes à nossa, que apesar de tudo, compreenderam o meu lado, e com mais ou menos consequências, decidiram que era no seu interesse manter um amizade, porque entenderam que sou uma pessoa boa e de confiança, tirando esse único ponto, esse único erro. Que uma vez posto tudo em pratos limpos, não restam razões para desconfianças. Não há mais nada a revelar de escandaloso, nada mais a magoar, nada. Por isso não vale a ninguém ficar preso ao único erro que cometi, porque posso pagar por esse erro em amizade. Pensa nisso, mas mesmo, com cabeça :) Lembra que por mais que tenha errado, gostei MUITO de ti, e entende que nem todas as pessoas gostam da mesma forma, mesmo que não entendas esta forma de gostar, custou-me muito perder-te, e sempre disse a toda a gente o quão boa pessoa te considero. Beijo!

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  2. Quem gosta e MUITO, não mente ou oculta sobre um assunto que a outra pessoa considera importante, aliás essencial. Quando me falaste sobre o poliamor, fui bastante clara: Não aceito, nem tolero partilhar o Homem que eu Amo com outra mulher ou homem, nem me imagino a viver feliz a 3 ou 4! Lamento, mas é a minha forma de viver e estar na vida.
    Espero para teu bem estar e felicidade que encontres alguém que partilhe os teus valores e sê feliz!

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  3. Fiquei um pouco triste de ler a tua resposta porque omitiste enorme parte da minha mensagem, não reconhecendo nenhum fator de atenuação da minha conduta.

    Eu percebo isso que dizes de não aceitares ou tolerares o poliamor, e eu aceitei já isso, portanto não entendo porque o dizes novamente. Eu percebo que poliamor não é para ti, que não é para TI, NAMORAR com uma pessoa poliamorosa. Mas o que te disse na minha anterior mensagem é muito além disso. Se desejas de facto o meu bem e felicidade, como aliás qualquer pessoa que deseje bem e felicidade a alguém, faz sentido aproveitar-se a existência humana da outra pessoa de uma forma que seja compatível com os nossos valores.

    Ser amigo de alguém poliamoroso é algo que te seja de alguma forma proibido? Tipo, consideras-me indigno como amigo ou digno de discriminação enquanto tal, por eu, na minha vida privada/íntima, que já entendi há anos que não queres ter nada a ver, ter alguém que partilha os meus valores, seja há 15 anos, seja há menos tempo? Acho que o que te disse e as razões que te apresentei são suficientemente claras e persuasivas, mas tipo, cecília, tu dás-te bem, ou és mesmo amiga, de pelo menos uma pessoa, talvez duas, que me conhecem há anos e que tenho certeza te diriam que sou alguém de quem vale muito a pena ser amigo. Se preciso de algum tipo de referência de confiança nesse sentido, pergunta à ana luísa praia, ou à ana catarina moura. Se são pessoas que prezas/estimas ou tens em consideração a sua opinião, estou confiante que encontrarias também aí alguma razão para dares a oportunidade a ti mesma de perdoares por algo de há tantos anos. Porque eu não consigo acreditar, nem ninguém, nomeadamente essas pessoas, que tu tenhas de facto perdoado, quando me vês a admitir os meus erros, vezes e vezes e vezes, ao longo de anos, de forma clara, a oferecer-me para reganhar a tua confiança, poder contribuir, dar algo que pague o que te fiz, de alguma forma construtiva (porque simplesmente ficar no ostracismo perpétuo não é uma pena com a qual nada de bom venha ao mundo, nem em termos de uma cultura virtuosa do perdão, nem em qualquer benefício para ti ou para mim), e apesar disso, preferes ficar focada na minha vida amorosa, desejar-me felicidades na minha vida amorosa (onde nada podes fazer por mim pelas tuas convicções) em vez de, em atitudes, constribuires para a minha felicidade e para tua, mantendo uma mera ligação/amizade virtual, com a qual podias desfrutar de montes de coisas lúdicas e informativas, em suma, há ganhos claros na minha proposta, mas tu preferes ficar presa ao passado, não dás uma chance de fazer algo BOM com o que aconteceu, e é a única coisa, única mesmo, que conheço de ti que pode colocar em causa a tese em que acredito de que és uma pessoa excelente. Porque uma pessoa excelente entre castigo eterno e perdão, escolhe o perdão, entre redimir alguém, deixando-o fazer algo útil por si e deixar a pessoa numa total inutilidade que a vai manter sempre numa sensação de culpa e dívida moral para contigo escolheria dar a oportunidade de remissão.

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  4. Ou representa para ti algum perigo ter uma amizade virtual comigo? A tua vida fica de alguma forma mais empobrecida?Tens medo de quê? O testemunho por exemplo dessas pessoas sobre mim não é mais importante para teres confiança de que vale a pena, do que eu ter omitido um facto da minha vida entre milhares de factos, há mais de 5 anos atrás? facto esse que já conheces. O que importa isso agora? de que forma é impeditivo de uma relação fixe e levezinha, virtual, que eu seja poliamoroso? eu entendo, e elas entendem, que tenhas terminado um relacionamento quando te contei isso, que te sentisses enganada, desiludida, com raiva, etc, em suma, que achasses que namorar comigo, não dá, que não é para ti, que não faz sentido. Mas que discrimines no sentido, não posso ser amigo de alguém porque essa pessoa é poliamorosa, isso ninguém percebe, ou que me negues um perdão com consequências reais e positivas após tantos anos. E eu queria tanto tanto tanto que me desses alguma prova de seguiste mesmo em frente, ou seja, de que finalmente digeriste o passado e o deixaste ficar lá atrás, e entendido que o passado foi "namorar comigo", e que isso não tem nada nada nada a ver com sermos amigos, de uma forma tão tão tão pouco exigente ou perigosa como a virtual, Porque entendo e aprecio que finalmente deixei de estar bloqueado por ti no facebook, e entendo que o mero facto de estares a publicar e responder a estes meus contactos vale alguma coisa sim, e quero que saibas que considero sim um progresso, e que se achares que mereço estar mais 5 anos para que acabes de limpar o coração eu espero, mas não é possível acharmos que limpaste o teu coração quando te impedes de termos alguma partilha nesta vida, porque tu, e eu sei, quando és neutra, tratas bem estranhos, és uma pessoa que é amiga, que dá amizade, e muitas dessas pessoas terão certamente formas de pensar ou estar na vida neste ou naquele ponto com que não concordas. Talvez votem num partido diferente, tenham uma crença diferente (outra religião ou nem sejam crentes), epá, montes de formas. Quando se vive de facto com o coração LIMPO, a querer a FELICIDADE de alguém, faz-se o que se pode, e tu podes, está totalmente no teu poder, permitires um vínculo mínimo, que aumentaria a qualidade de vida de ambos, pela partilha que permitiria. Por favor, reflete, com cabeça, com tempo, não respondas por impulso, confia em ti, confia nas tuas amigas que me conhecem e me têm tanta estima porque sabem que sou boa pessoa. Os atos falam MUITO mais alto do que palavras. E pensa nisto. Podes achar que não gostava de ti porque tive um ato muito mau contigo (no meio de vários bons que não estás a reconhecer), mas se calhar devias pensar que o ATO de procurar o teu perdão e a tua boa onda e boa vontade e poder pagar e dar algo que te compense, durante ANOS e incluindo neste momento, não são palavras, são atos, que deixam bem claro que gosto de ti sim. Portanto mesmo que "quem gosta e MUITO, não mente e oculta sobre um assunto que a outra pessoa considera importante..." seja verdade, também é verdade que "quem insiste, e MUITO, pelo perdão do outro, concreto, insubstituível, ao longo de ANOS, e lhe procura dar algo de bom, incondicionalmente (não esperando nada offline)" gosta certamente, e MUITO, desse alguém. Pensa nisso.
    Um beijinho, e bons dias :)

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  5. Acredita que para mim, desde que eu não esteja envolvida, não me importa que sejas poliamoroso, hetero ou homossexual. Isso para mim não importa, nem é isso que me fez afastar de ti, mas sim a mentira. As pessoas mudam ao longo dos anos e eu mudei. Nesta fase da minha vida quero paz e tranquilidade, o que ficou para trás lá ficou e não quero ter qualquer ligação a isso. A vida continua e ainda bem! :) Quanto ao restante... como te disse acima, não podemos obrigar alguém a ficar na nossa vida. Para meu bem, afastei algumas pessoas da minha vida e estou bem quanto a isso. Quero que assim permaneça.
    Tudo de bom!

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